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Lambda

O que é

Compute serverless orientado a eventos, cobrando por execução e duração.

Caso de uso

APIs leves, automações, processamento de eventos (S3/SQS/SNS/EventBridge).

Por que existe

Existe para remover gestão de servidor e acelerar entrega de integrações.

Trade-offs

  • Escala automática e ótimo time-to-market.
  • Cold start, limites de execução e observabilidade distribuída exigem cuidado.

Boas práticas

  • Prefira funções pequenas e coesas.
  • Controle concorrência para proteger downstream.
  • Use DLQ/retries para robustez.

Quando não usar

  • Quando o problema pode ser resolvido com uma opção mais simples e barata.
  • Quando o time não tem maturidade operacional para sustentar a complexidade do Lambda.
  • Quando os requisitos de latência, compliance ou portabilidade pedem outra estratégia.

Erros comuns

  • Escolher tecnologia por hype, sem mapear padrão real de acesso/tráfego.
  • Ignorar custo total (execução + transferência + observabilidade + operação).
  • Não definir limites, alarmes e dono do serviço em produção.

Checklist de decisão rápida

  • Qual SLO/SLA esperado (latência, disponibilidade, throughput)?
  • Qual o volume de tráfego e perfil de crescimento (picos previsíveis ou não)?
  • Qual o nível de esforço operacional aceitável para o time?